José Figueira

Sobre o livro “Ciência e Arte da PNL, essências”

Como é que criamos as nossas representações mentais do mundo? Como é que as nossas representações do mundo influenciam os nossos estados emocionais? Como é que estes últimos condicionam o nosso comportamento? Como pôr esse conhecimento ao nosso serviço para nos facilitar a vida e nos sentirmos melhor?

Esta obra constitui uma introdução à Programação NeuroLinguística que não fica pela rama. Para além da explanação das essências, o leitor encontra elementos para uma maior compreensão desta disciplina, assim como entrevê a possibilidade para futuros aprofundamentos. Página a página o esforço de sistematização do autor contribui para a contínua edificação e desenvolvimento da PNL.
Apesar de serem abordadas diversas ferramentas práticas, “Ciência e Arte da PNL” evita a repetição de técnicas clássicas passíveis de serem encontradas na restante literatura sobre o tema ou até mesmo na Internet.
Trata-se, antes de mais de uma partilha de saber e saber-fazer para pessoas exigentes, e não a publicidade a receitas demasiado fáceis. Ao longo das páginas, o leitor descobre as nuances necessárias com o fim de aumentar as possibilidades para que as formidáveis ferramentas da Programação NeuroLinguística funcionem de forma ótima.
Um livro para quem quer conhecer a PNL, mas também para quem a mesma já lhe é familiar. Mesmo quem já frequentou um practitioner, master ou trainer, encontrará certamente, capítulo a capítulo, muito para descobrir…

Nas palavras do Dr. Lucas Derks: “Obra séria, mas com um subtil grau de humor e de sentido crítico,pois assim é também a vida.”

Um título popular

Imagine que pensa ter comprado um carro que ninguém mais possui e logo descobre que todo o mundo teve a mesma ideia. Quando há tempos atrás fui investigar na internet sobre “Ciência e Arte da PNL”, deparei-me com inúmeras páginas de livros e artigos com o mesmo título.
Só uma amostra:
A arte e ciência do coaching, dos negócios bem-sucedidos, de ser inspirador e influenciar pessoas, das vendas, da comunicação efetiva, da comunicação consigo e com o outro, da excelência pessoal; a ciência e arte da vida, da sedução, da persuasão, da excelência; a ciência e arte para convencer os seus semelhantes, para fazer diferente, para se atingir o que se quer, para atingir objetivos; a ciência e arte da modelagem de pessoas de sucesso, da linguagem na cura, do desenvolvimento pessoal, das técnicas para a mudança…
Já tive quem viesse aos meus cursos para aprender a ciência e arte para levar os outros a fazerem o que elas querem!

Os hemisférios cerebrais

“Ciência” e “Arte” são termos que no meu livro emprego metaforicamente não pretendendo de qualquer forma referir-me aos possíveis significados tradicionais destas palavras. Neste contexto, quando penso definir a PNL, veem-me à ideia as características dos dois hemisférios cerebrais.

Em PNL pretende-se encontrar o equilíbrio entre o consciente e o inconsciente, a ciência e a arte, o objetivo e o subjetivo:
– Por um lado temos o pensamento lógico, verbal, descritivo, amante de definições e extraindo conclusões baseadas na razão, analítico, linear, sequencial e controlador, com o seu fundamento no mundo empírico;
– Por outro lado temos o campo da intuição e do sentimento, do acaso, das imagens e da fantasia, conclusões muitas vezes divergentes e criativas, o não-racional, metafórico e holístico.

PNL e Ciência?

Frente ao crescente apoio do grande público e talvez até pelo próprio interesse e prática de pessoas formadas nas universidades, as acusações à PNL como pseudociência e o ceticismo do mundo académico parecem, em grande parte, ter-se acalmado.
Segundo Steve Andreas, o maior número de investigações científicas com o intuito de desclassificar a PNL foram feitas nos anos 80 e 90 do século passado, com perguntas erradas e por pessoas que não compreenderam o assunto.

As críticas que ainda surgem giram sobretudo à volta de uns pontos básicos tais como o emprego indevido da palavra “neurolinguística” e a falta de provas empíricas rigorosas baseadas em estatísticas sobre os efeitos das intervenções.
Para além da crítica clássica a um comercialismo sempre crescente.

A confusão

Outros aspetos parecem ter favorecido as críticas do mundo da ciência:
Os próprios praticantes da PNL ligam teorias e atividades com características new age à Programação NeuroLinguística, tais como reiki, reflexologia, clarividência, cura por cristais, aromaterapia, leitura da aura, contratos divinos, e uma série de outros métodos semelhantes, o que a desacredita. Não tenho nada contra cada uma delas em particular, mas isto é feito sem ser modelado e está muitas vezes em contradição com os axiomas que formam a base da epistemologia da Programação NeuroLinguística.

Por outro lado, com todo o respeito e reconhecimento para com os seus autores Bandler e Grinder, não há mundialmente nenhuma autoridade que nos diga o que é PNL e o que não é.

E ainda por cima, desde o começo, há no mundo da PNL uma certa desconfiança em relação ao mundo da ciência e ainda se fazem às vezes, publicamente, criticas à psicologia como se não tivesse acontecido nada desde 1970 até aos nossos dias.

Ciência e Arte

Segundo James Lawley e Penny Tompkins, a PNL é “Arte” porque cada pessoa é única. Cada um de nós tem as suas habilidades e estilo pessoal e esse estilo próprio é o carimbo que não pode ser contido numa técnica.
E PNL é “Ciência” porque possui um método para investigar padrões subjetivos e transformar esses padrões em técnicas parecidas a receitas que se podem repetir com vistas à produção de resultados efetivos e semelhantes.
Se, na verdade, esses resultados não têm sido investigados cientificamente, eles são, no entender dos praticantes de PNL, facilmente testemunhados e passíveis de serem testados, confirmados ou falsificados. Obedecem assim ao critério de “falsificação científica” do racionalismo crítico de Popper.

Aliás, pelo que sei, nenhuma figura eminente da PNL pretendeu o estatuto de ciência. Alguns especialistas afirmaram mesmo que o estudo da subjetividade não pode ser estudado segundo as regras da testabilidade científica.

No mundo da PNL os seus praticantes parecem achar suficiente e estarem satisfeitos com as provas trazidas pelos seus clientes, o que acontece no mundo através de todas as culturas. Qualquer estudioso e praticante afirma e demonstra a efetividade e sucesso da transformação tanto a nível pessoal como nas aplicações, seja no ensino, na saúde, ou no setor empresarial e organizacional.

PNL e investigação científica

Quem afinal parece estar a trazer provas científicas para o que se vem afirmando em PNL há quase 40 anos, são os investigadores em psicologia moderna e neurociência:
– Já foi demonstrada a eficiência da “dissociação” no tratamento do transtorno de stresse pós-traumático (Ethan Kross and Ozlem Ayduk). A “dissociação” é uma ferramenta essencial em PNL, ;
– Em Tel Aviv, num estudo sobre sobreviventes do holocausto, descobriu-se que a superação do trauma estava relacionada com a forma como as pessoas organizavam a memória do seu trauma (Prof. Dov Shmotkin), o que em PNL forma a base do trabalho conhecido como “Linha do Tempo”;
– O papel das imagens mentais (“representações internas” visuais, auditivas e cinestésicas) como preparação para a execução de uma ação bem-sucedida, como descoberto por Barbel Knauper, tem sido largamente aplicada no desporto de alto nível e é a base da “ponte para o futuro” largamente empregue em PNL;
– As pesquisas na neurociência levaram à descoberta dos “neurónios de espelhamento”, o que estabeleceu uma base neurológica para o espelhamento não verbal de gestos e movimentos como base para o estabelecimento do “rapport” e também da “modelagem” (inside modeling), o que tem sido uma característica chave nos treinos de PNL desde o seu início, como também fundamenta cientificamente as conhecidas “posições percetivas”;
– Que o stress pós-traumático não seja o resultado direto de uma experiência de infância, mas sim de uma experiência avaliada mais tarde a partir da “ressignificação” (= reenquadramento) baseada na convicção de que isso traria efeitos nocivos ao longo da vida (Susan Clancy) prova mais uma vez a ideia básica em PNL que o problema não reside nos acontecimentos, mas na sua interpretação;
– O papel das “sinestesias” (e das “submodalidades”) foi demonstrado quando se descobriu que as pessoas expressam respostas mais positivas quando seguram uma chávena de café quente em vez de uma fria (John Bargh);
– Nos últimos anos a neurociência tem chamado a atenção para o papel das emoções como determinantes nas nossas decisões, um pressuposto básico em PNL. Para além disso tem tornado claro que o papel do livre arbítrio é muito menor do que julgamos, o que é na verdade o fundamento da PNL, a qual tem como fim ajudar-nos a tomar consciência dos processos subjetivos para que possamos aumentar o controlo sobre nós e as nossas vidas. Se fossemos senhores do livre arbítrio e do controlo dos nossos pensamentos, emoções e da nossa vida, não seria necessário a Programação NeuroLinguística nem de metodologias terapeuticas e/ou educacionais similares;
– O papel do automatismo inconsciente das nossas representações internas na criação de estados (neste caso, na depressão) tem sido estudado e aplicado na psicologia cognitiva (Mindfulness-Based Cognitive Therapy for Depression), assim como tem sido tornada cada vez mais clara a característica geral das convicções como profecias auto-realizáveis.

Para informação sobre investigações no campo da PNL e psicoterapia pode-se consultar a European Association for Neuro-Linguistic Psychotherapy (www.eanlpt.org) . Para apoio a pesquisas relevantes no campo académico pode dirigir-se ao NLP Research & Recognition Project, (http://nlprandr.org/) a que Steve Andreas está ligado e a quem devo parte da informação acima mencionada (http://realpeoplepress.com/blog/research-in-nlp-neurolinguistic-programming-science-evidence).

(Dezembro de 2012)

“INTRODUÇÃO” (  do livro Ciência e Arte da PNL, José Figueira)

Parece não ser muito fácil resumir em poucas palavras o que é a Programação NeuroLinguística.
Sei-o por experiência. Como se não bastasse, foi batizada com termos que não ajudam a sua compreensão. Quando cheguei a Portugal há cerca de doze anos, com o fim específico de espalhar a PNL, aconselhavam-me pertinentemente a não empregar tal nome. Uma coisa dessas nunca iria vingar neste país, diziam-me! Algo que já há mais de 30 anos estava a espalhar-se pelo mundo com enorme sucesso…
Apesar do nome e da dificuldade da integração da PNL dentro de quadros conhecidos, assistimos finalmente em Portugal a uma maior proliferação sem que, na verdade, a inúmera literatura sobre esta metodologia, praticamente só traduzida em brasileiro, esteja facilmente ao alcance do público português.
O que pretendo não é oferecer uma introdução exaustiva, nem este se trata unicamente de mais um livro de autoajuda com os exercícios básicos oficiais que se podem encontrar em introduções e manuais do género, mas sim dar uma noção, o mais abrangente que me é possível, do que considero pessoalmente serem essências da PNL. Pretendi fazê-lo de forma condensada sem, no entanto, cair em simplismos. A maioria das técnicas que ilustram esta obra são ferramentas simples que podem facilmente ser executadas por qualquer pessoa. Em quase todas as versões escolhidas, não há necessidade de recorrer a profissionais. Mesmo sendo apresentadas de forma simplificada, obedecem às premissas epistemológicas que sustentam o método.
Começa-se nesta obra, da forma tradicional, por uma pequena incursão na história do seu aparecimento, falando-se tanto das suas origens práticas como conceptuais, bem como de diversas figuras que têm contribuído para o seu desenvolvimento (1).
Logicamente, explica-se em seguida o significado dos termos, abordagens, definições, e nomeiam-se algumas aplicações (2).
Embora não haja consenso sobre uma lista única de convicções básicas, mencionam-se aqui explicitamente alguns princípios e pressupostos que sustentam a Programação NeuroLinguística. Estes princípios podem parecer um pouco vagos e gerais, mas a continuação da leitura mostrará certamente o significado destas premissas como base do modelo (3).
Também se explanam alguns princípios sobre o funcionamento do inconsciente e ilustra-se a relação consciente e inconsciente no processo geral de aprendizagem (4).
Posto isto, expõe-se a estrutura básica de qualquer transformação. O ponto de partida é a formulação de objetivos segundo determinados critérios, que aumentam o sucesso da sua realização. Fala-se ainda dos 4 passos básicos da fórmula para atingir resultados que as pessoas considerem de “sucesso” e posiciona-se o objetivo num modelo mais geral de intervenção, modelo esse que teve a sua origem no mundo dos computadores (5).
É a altura então de descrever um modelo básico de comunicação que serve de fundamento para explicar os nossos pensamentos, as nossas sensações e comportamentos a partir de um estímulo externo e nos dá já alguma indicação sobre a estrutura das intervenções para a mudança (6).
Há diversos níveis de comunicação e diversos níveis em que se pode intervir na comunicação, dependendo da questão em causa e dos resultados que se querem atingir. Desde que haja congruência entre os níveis, há harmonia e maior funcionalidade, tanto no indivíduo como na organização (7).
Entrando de forma mais aprofundada pela mente adentro, encontramos as componentes das nossas representações mentais com as quais fabricamos os nossos mapas do mundo, componentes essas ligadas aos sistemas sensoriais (8).
Estas componentes das representações ligadas aos sistemas sensoriais (imagens, sons, sensações) terão de se suceder em certa ordem e ter determinadas caraterísticas para poderem produzir um resultado: são os nossos “programas mentais” e é a essência do que se estuda com a análise, transformação e instalação de estratégias (9).
Os sistemas de representação ou modalidades sensoriais desempenham um papel fundamental na comunicação. A empatia e disponibilidade do outro em nos seguir, o chamado rapport, estão em relação direta com a sincronização que fazemos com os canais sensoriais do outro (10).
Mas o que faz a diferença nos significados que atribuímos a nós mesmos como pessoas, aos outros, às coisas e às situações reside nas caraterísticas das representações, as submodalidades sensoriais. Modificando estas caraterísticas das nossas representações, modificamos a nossa vivência pessoal e a nossa experiência do mundo (11).
Podemos automatizar o processo de produção de estados de recursos através da criação de ligações neurológicas entre estímulos e esses estados, de modo que, sempre que um estímulo é acionado, o recurso é imediatamente vivenciado. É esse o objetivo da instalação de “âncoras” (12).
A linguagem que nos distingue dos animais e nos permite uma sofisticada forma de comunicação connosco e com o outro é, ao mesmo tempo, uma fonte de problemas. Esquecemo-nos de que a linguagem é sempre redução e interpretação mas acreditamos nela, o que pode levar a estados de caráter doentio e a criarmos o nosso próprio inferno ao empregarmos padrões de teor negativo. Desafiamos em PNL as chamadas transgressões linguísticas com as perguntas do “Metamodelo” da linguagem (13).
Empregando as mesmas estruturas linguísticas (distorções, generalizações e omissões) mas perspetivando-as de maneira diferente, podemos atingir resultados opostos, como é o caso com o emprego dos padrões hipnóticos de Milton Erickson. Os mesmos padrões que vimos no Metamodelo, agora empregues com teor positivo, podem levar- nos a uma vivência mais significativa e agradável da vida e a aceder mais facilmente aos nossos recursos (14).
Uma palavra-chave em PNL é “reenquadrar”. Reenquadrar não só situações, como também crenças, memórias, traços de personalidade, frases limitadoras que as pessoas pronunciam. Tudo, fora e dentro de nós, pode ser percecionado de maneira diferente, o que leva a diversas perspetivas para o mesmo assunto e forma a base da flexibilidade psicológica, daí aumentando a possibilidade de um maior leque de ação e realização mais fácil de objetivos significativos de vida (15).
Tudo o que fazemos e sentimos tem motores por trás. Fala-se muito de motivação, mas quais são as estruturas básicas que são responsáveis pelas nossas decisões e motivação? Este capítulo trata de valores e convicções (16).
Não são só os valores e convicções responsáveis pelo que fazemos e sentimos, mas também certas estruturas que formam os nossos perfis psicológicos, os “Metaprogramas”. Só nos sentimos felizes se o que fazemos se integra no nosso perfil. O conhecimento das caraterísticas psicológicas, e dos perfis neles baseados, permite-nos também prever comportamentos (17).
Muitas vezes recebemos informações de mal-estar interior, sentimos conflitos internos, ou reagimos a situações fora do nosso controlo. É como se, dentro de nós, subpersonalidades estranhas tomassem conta de nós. Qualquer aspeto de nós pode ser tratado em PNL como tendo uma identidade própria a que chamamos “partes” (18).
Podemos voar na direção do passado como se usássemos varinhas mágicas com o condão de transformar pequenas imperfeições que nos vêm incomodando no presente, fazendo a nosso belo prazer viagens na Linha do Tempo (19).
Com a ajuda do Panorama Social é possível encarar todo o tipo de relações que temos com o mundo dos vivos ou dos espíritos como resultado das localizações que ocupam no nosso espaço mental. Uma modificação de localização mental vai refletir-se imediatamente noutro tipo de relações que temos connosco e com o mundo (20).
Finalmente chega-se à “fonte interior”, na Transformação Essencial, através de um processo de investigação aprofundado das intenções positivas dos aspetos pessoais considerados como indesejáveis. É uma investigação de intenções levada às últimas consequências. Estes “estados essenciais” interiores têm propriedades radicais de cura e transformação e, por isso, são interessantes objetos de estudo. Para além disso, fazem parte da experiência subjetiva de muitas pessoas, o que justifica o seu lugar na Programação NeuroLinguística (21).
A PNL surgiu no campo da terapia, mas depressa se estendeu a todas as áreas das relações humanas. Continua, no entanto, a ser muito utilizada na terapia e no coaching. Na verdade, conjuga o essencial: o conhecimento das
estruturas da subjetividade e o grande manancial de ferramentas de que dispõe (22).
O epílogo deste livro é dedicado à pergunta: a PNL tem futuro?
O que se pode dizer é que, desde o seu aparecimento até à data, se tem vivido um dinamismo rico de aprofundamentos e novas perspetivas. Richard Bandler e John Grinder deixaram-nos um legado de inúmeras possibilidades que outros têm vastamente explorado e desenvolvido. Se no começo se dava muita atenção ao comportamento e competências, depressa se alargou a atenção para o papel das convicções e dos valores, e já há uns anos que se vem assistindo à exploração e desenvolvimento de ferramentas no campo da identidade e da espiritualidade, não me parecendo que o fim esteja à vista.
Este livro é o culminar de vinte anos de estudo e de trabalho com PNL.
Os últimos doze anos têm sido, para mim, uma das maiores aventuras da minha vida, a divulgar uma disciplina que era praticamente desconhecida em Portugal, quando regressei ao país após mais de trinta anos de ausência.
As minhas bases de PNL assentam na Holanda, sobretudo no centro NTI-NLP (Instituto Holandês de PNL). Este é o momento para expressar o meu grande agradecimento às pessoas desse centro que sempre me apoiaram no meu trabalho em Portugal e às quais estarei sempre ligado de forma calorosa:
Bouke, Dorine, Helma e René em primeiro lugar, e também todos os outros que nestes anos tive o privilégio de conhecer, com quem aprendi e com quem trabalhei lado a lado, por vezes como assistente.
Obrigado!
Outra base do meu crescimento encontra-se mais distante, noutro grande centro da Holanda, o IEP (Instituto de Psicologia Eclética). É para Jaap e, sobretudo, para o meu amigo Lucas, que tenho olhado sempre que quero satisfazer as minhas necessidades mais intelectuais.
Posso dizer que o IEP satisfez muitas vezes o meu Ad (“auditivo digital”), enquanto o NTI-NLP tem preenchido grandemente as minhas necessidades sensoriais primárias, o C (“cinestésico”).

Share This